O blog A Poltrona falou um pouco sobre o que deve acontecer no prêmio da academia. Confira o que pensam Marcel Coringa e Luis Sanches sobre o Oscar 2010:
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O blog A Poltrona falou um pouco sobre o que deve acontecer no prêmio da academia. Confira o que pensam Marcel Coringa e Luis Sanches sobre o Oscar 2010:
Publicado em Oscar
Olá, o da poltrona!
Luiz Sanches fala sobre o último filme do ator Heath Ledger.
Publicado em Drama, Fantasia, Independente
Olá, o da poltrona,
Marcel Coringa dá sua opinião sobre o drama concorrente ao Oscar Preciosa
Publicado em Drama
Olá, o da poltrona,
Marcel Coringa dá sua opinião sobre a comédia romantica.
Ouça aqui – Crítica: 500 Dias Com Ela
Ô da poltrona!
O thriller sobrenatural “Legião” não põe medo em ninguém. Lançado nos Estados Unidos em janeiro (chega ao Brasil em março), esta história do apocalipse (mais uma) é contada, pelo menos, de uma forma diferente.
Deus está descontente com a humanidade, mas encarregará anjos de fazer um trabalho de limpeza por aqui.
O filme começa com uma certa tensão e uma cena inicial na cafeteria que deixa você ligado.
Mas, amigo, quando Dennis Quaid está em um filme (ele é o dono da cafeteria em questão), pode ter certeza que chumbo do grosso está a caminho.
Nem mesmo a presença de Paul Bettany salva o filme do aparente fracasso. Como o arcanjo Miguel, ele traz para as pessoas que estão isoladas nesta cafeteria no meio de uma estrada, que Deus irá exterminar a humanidade e que seus companheiros serão os responsáveis por esse trabalho.
Mas Miguel, o anjo de fé, quer impedí-los e sua esperança é a garçonete grávida de uma criança que segundo ele irá salvar a humanidade.
Pois é, até aí nada demais. Porém, o filme se arrasta em diálogos chatos e cenas pouco macabras e que muitas vezes ficam bobas.
Mais uma vez esbarramos em um filme que vem com uma boa promessa, mas não desenvolve sua história de uma forma objetiva e com momentos de forte suspense, como imaginaríamos deste “Legião”.
Minha nota é 5,0 para este filme assistível, mas apenas se você estiver com muita vontade e for fã de filmes deste gênero.
Meu nome é Luiz Sanches e essa foi mais uma crítica do Blog A Poltrona.
Comentem aqui, sigam nosso twitter (@apoltrona) e mandem e-mails para apoltrona@gmail.com.
Até a próxima pessoal. Tchau!
Vamos falar hoje para os amantes de comédia romântica. Com um mercado tão agitado nesse gênero aqui no Brasil (temos o lançamento de filmes como “New York, I Love You” e “Valentine’s Day”), “Simplesmente Complicado” chega com uma fórmula infalível: a combinação da diretora Nancy Meyers (“Do que as mulheres gostam”) com um elenco formidável.
Para começar temos Meryl Streep no papel da protagonista Jane. Mesmo no piloto automático, a atriz (recordista em indicações ao Oscar: 16 no total) esbanja bom humor na pele de uma mulher que não parece conseguir superar o fim de seu casamento, o que aconteceu há 10 anos.
Porém, ela resolve escolher o caminho que seria virtualmente o mais complicado: ser amante de seu ex-marido e agora casado Jake, vivido por Alec Baldwin (muito vibrante).
A história ainda tem o envolvimento de Jane com seus filhos e um “paquera”, seu arquiteto Adam (que tem a interpretação sempre divertida de Steve Martin).
O filme não é nenhum achado, mas em seu gênero pode ser considerado um dos melhores de 2009.
Para aqueles que não gostam desse tipo de filme, fica a dica que a diretora Nancy Meyes é a mesma de “Alguém tem que ceder” e “O amor não tira férias”. Lembrou deles? Não gostou de nenhum? Então, provavelmente, “Simplesmente Complicado” não vai ser o filme responsável por fazer você mudar de idéia quanto ao gênero.
Agora, se você gosta de comédias românticas, “Simplesmente Complicado” é mais do que uma ótima pedida e um trabalho bastante superior ao último filme de Meyers, “O amor não tirá férias”.
Minha nota é 7,5. Pode separar a pipoca e uma poltrona bem confortável para curtir essa novidade com a “patroa” ou mesmo os amigos.
Meu nome é Luiz Sanches e esse é o Blog A Poltrona.
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Até a próxima pessoal. Tchau!
Publicado em Comédia, Romântico
Com a tag Alec Baldwin, Meryl Streep, Nancy Meyers, Steve Martin
Olá, o da poltrona,
Luiz Sanches dá sua opinião sobre o drama Educação (An Education).
Publicado em Drama
Com a tag An Education, Carey Mulligan, Educação, Lone Scherfig, Nick Hornby
Os blogueiros Marcel Coringa e Luiz Sanches fazem suas apostas um pouquinho antes de os vencedores do 67º Globo de Ouro serem anunciados em Los Angeles, Estados Unidos.
A pergunta é: será que eles irão acertar? Serão esses palpites certeiros?
Pelo sim, pelo não, confira o que cada um indicou para as principais premiações desta que é considerada a prévia do Oscar!
Ô da poltrona!
Uma dica deste blogueiro que aqui vos fala: Não subestime, nunca, a força das coisas simples da vida.
A história que o diretor Jason Reitman (de Juno e Obrigado por fumar) conta não é coisa de outro planeta, como Pandora.
“Up In The Air” (Amor Sem Escalas, no Brasil) mostra a vida de Ryan Bingham (George Clooney), um executivo que tem a desagradável missão de viajar pelos Estados Unidos para demitir pessoas de seus empregos.
Mas, até que ele gosta desta vida. Viver em aeroportos, cercado de pessoas, mesmo estando sozinho é uma realidade mais agradável do que a de sua cidade natal, Omaha, ao lado das irmãs Kara e Julie, esta prestes a se casar.
Porém, duas mulheres entram na história e mudam a vida de Ryan por completo.
Alex (Vera Farmiga) é um desses encontros casuais na vida de nosso viajante. Com uma rotina muito parecida com a de Ryan, a sensual Alex torna-se o affair do protagonista, proporcionando-lhe o seu relacionamento dos sonhos: estar ao lado de alguém, sem compromissos.
Mas, a vida de Ryan muda para valer quando a pequenina Natalie (Anna Kendrick) é contratada por sua empresa e chega com a ideia de cortar viagens e fazer o trabalho do escritório. Isso incomoda Ryan e torna a história mais envolvente do que já era em seu início.
Não se engane. “Up In The Air” não é uma comédia romântica. Não mesmo. É um filme sobre como a vida e uma pessoa podem mudar, mesmo quando isso não é aparente.
O trio de atores está brilhante. Clooney mostra toda sua competência, fazendo você gostar de Ryan desde suas primeiras aparições, como fazer e desfazer a mala, por exemplo.
Vera Farmiga e Anna Kendrick como já foi bastante dito pela crítica especializada, não são apenas suportes para o protagonista. Quando aparecem, roubam a cena e fazem personagens que ganham o público a cada fala.
Mesmo não tendo assistido à metade dos indicados ao Globo de Ouro, já posso adiantar que este filme é o meu favorito. Afinal de contas, sempre fui um apreciador das coisas simples da vida. E “Up In The Air” foi um delicioso exercício desta filosofia.
Com muito prazer dou nota 9,0 para o diretor Jason Reitman e sua equipe, por um grande trabalho.
P.S.: Ouça a trilha sonora de “Up In The Air”, que assim como o filme é de alto nível.
Conte para a gente se vocês concordam comigo. Comentem no blog, sigam nosso twitter/apoltrona e mandem e-mails para apoltrona@gmail.com.
Meu nome é Luiz Sanches, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima. Tchau!
Com a tag Amor Sem Escalas, George Clooney, Jason Reitman, Up In The Air
Olá, o da poltrona,
Marcel Coringa dá sua opinião sobre o fantasioso Onde Vivem os Monstros.