A POLTRONA • Pipocas, Trapaças e Dois Críticos Fumegantes

67º Globo de Ouro: As nossas apostas!

18 18UTC janeiro 18UTC 2010 · 5 Comentários


Os blogueiros Marcel Coringa e Luiz Sanches fazem suas apostas um pouquinho antes de os vencedores do 67º Globo de Ouro serem anunciados em Los Angeles, Estados Unidos.

A pergunta é: será que eles irão acertar? Serão esses palpites certeiros?

Pelo sim, pelo não, confira o que cada um indicou para as principais premiações desta que é considerada a prévia do Oscar!

• Melhor filme drama:
“Bastardos inglórios” – Marcel Coringa
“Amor sem escalas” – Luiz Sanches

• Melhor filme musical ou comédia:
“Se beber não case” – Marcel Coringa
“Nine” – Luiz Sanches

• Melhor ator drama:
George Clooney, “Amor sem escalas” – Luiz Sanches
Morgan Freeman, “Invictus” – Marcel Coringa
• Melhor atriz drama:
Sandra Bullock, “The blind side” – Luiz Sanches e Marcel Coringa
• Melhor direção:
Jason Reitman, “Amor sem escalas” – Luiz Sanches
Quentin Tarantino, “Bastardos inglórios” – Marcel Coringa

• Melhor ator musical ou comédia:
Daniel Day-Lewis, “Nine” – Marcel Coringa e Luiz Sanches
• Melhor atriz musical ou comédia:
Meryl Streep, “Simplesmente complicado” – Luiz Sanches e Marcel Coringa
• Melhor ator coadjuvante:
Christoph Waltz, “Bastardos Inglórios” – Marcel Coringa e Luiz Sanches
• Melhor atriz coadjuvante:
Anna Kendrick, “Amor sem escalas” – Luiz Sanches
Mo’Nique, “Preciosa” – Marcel Coringa
• Melhor filme estrangeiro:
“Abraços partidos” – Luiz Sanches e Marcel Coringa

• Melhor animação:
“O fantástico sr. Raposo” – Marcel Coringa e Luiz Sanches
• Melhor roteiro:
Quentin Tarantino, “Bastardos inglórios” – Luiz Sanches e Marcel Coringa
• Trilha sonora original:
Michael Giacchino, “Up – Altas aventuras” – Luiz Sanches
Karen O, Carter Burwell, “Onde vivem os monstros” – Marcel Coringa

• Canção original:
“I want to come home”, de “Everybody’s fine” – Luiz Sanches
Música e letra de Paul McCartney
“The weary kind”, de “Crazy heart” – Marcel Coringa
Música e letra de Ryan Bingham, T Bone Burnett
- E para você, quem leva o Globo de Ouro deste ano? Deixe suas apostas aqui!

→ 5 ComentáriosCategorias: Uncategorized
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Crítica: Up In The Air – Amor Sem Escalas – ‘09

17 17UTC janeiro 17UTC 2010 · 1 Comentário

Ô da poltrona!

Uma dica deste blogueiro que aqui vos fala: Não subestime, nunca, a força das coisas simples da vida.

A história que o diretor Jason Reitman (de Juno e Obrigado por fumar) conta não é coisa de outro planeta, como Pandora.

“Up In The Air” (Amor Sem Escalas, no Brasil) mostra a vida de Ryan Bingham (George Clooney), um executivo que tem a desagradável missão de viajar pelos Estados Unidos para demitir pessoas de seus empregos.

Mas, até que ele gosta desta vida. Viver em aeroportos, cercado de pessoas, mesmo estando sozinho é uma realidade mais agradável do que a de sua cidade natal, Omaha, ao lado das irmãs Kara e Julie, esta prestes a se casar.

Porém, duas mulheres entram na história e mudam a vida de Ryan por completo.

Alex (Vera Farmiga) é um desses encontros casuais na vida de nosso viajante. Com uma rotina muito parecida com a de Ryan, a sensual Alex torna-se o affair do protagonista, proporcionando-lhe o seu relacionamento dos sonhos: estar ao lado de alguém, sem compromissos.

Mas, a vida de Ryan muda para valer quando a pequenina Natalie (Anna Kendrick) é contratada por sua empresa e chega com a ideia de cortar viagens e fazer o trabalho do escritório. Isso incomoda Ryan e torna a história mais envolvente do que já era em seu início.

Não se engane. “Up In The Air” não é uma comédia romântica. Não mesmo. É um filme sobre como a vida e uma pessoa podem mudar, mesmo quando isso não é aparente.

O trio de atores está brilhante. Clooney mostra toda sua competência, fazendo você gostar de Ryan desde suas primeiras aparições, como fazer e desfazer a mala, por exemplo.

Vera Farmiga e Anna Kendrick como já foi bastante dito pela crítica especializada, não são apenas suportes para o protagonista. Quando aparecem, roubam a cena e fazem personagens que ganham o público a cada fala.

Mesmo não tendo assistido à metade dos indicados ao Globo de Ouro, já posso adiantar que este filme é o meu favorito. Afinal de contas, sempre fui um apreciador das coisas simples da vida. E “Up In The Air” foi um delicioso exercício desta filosofia.

Com muito prazer dou nota 9,0 para o diretor Jason Reitman e sua equipe, por um grande trabalho.

P.S.: Ouça a trilha sonora de “Up In The Air”, que assim como o filme é de alto nível.

Conte para a gente se vocês concordam comigo. Comentem no blog, sigam nosso twitter/apoltrona e mandem e-mails para apoltrona@gmail.com.

Meu nome é Luiz Sanches, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima. Tchau!

→ 1 ComentárioCategorias: Comédia · Drama
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Crítica: Onde Vivem os Monstros – Where the Wild Things Are – ‘09 (Áudio)

22 22UTC dezembro 22UTC 2009 · 1 Comentário

Olá, o da poltrona,

Marcel Coringa dá sua opinião sobre o fantasioso Onde Vivem os Monstros.

Ouça aqui – Crítica: Onde Vivem os Monstros

→ 1 ComentárioCategorias: Fantasia · Infantil

Crítica: A Caixa – The Box – ‘09 (Áudio)

22 22UTC dezembro 22UTC 2009 · Deixe um comentário

Olá, o da poltrona,

Marcel Coringa dá sua opinião sobre o suspense retrô A Caixa.

Ouça aqui – Crítica: A Caixa

→ Deixe um ComentárioCategorias: Suspense · Terror

Crítica: Premonição 4 – The Final Destination 3D – ‘09

20 20UTC dezembro 20UTC 2009 · 4 Comentários

Prevejo que você perderá seu tempo

Ô da poltrona,

Aqui é o Marcel Coringa e hoje falarei sobre o terror B Premonição 4, originalmente exibido nos Estados Unidos em 3D. É o 4º filme de uma série que teve se auge no primeiro e desde então não passa de um caça níquel. O filme conta a história de um grupo de amigos que vai assistir uma corrida de Stock Car, quando um deles tem uma premonição e salva todos de um grande acidente. Porém a morte não aceita isso a vai atrás de todos com a intenção de correr atrás do tempo perdido.

O filme é dirigido por David R. Ellis, que já havia dirigido os satisfatórios Celular, Serpentes a Bordo e até o segundo filme da franquia. Nesse filme seu trabalho foi simplesmente patético. Com um roteiro fraco, efeitos especiais muito meia boca e um elenco que não contém beleza nem talento, Ellis consegue atingir o sucesso apenas na duração do filme, que tem infinitos 82 min.

Tento procurar pontos altos nesse filme, e garanto que não é tarefa fácil. Os atores são fracos, a direção não trabalhou e nem as mortes, que eram os pontos fortes dos filmes anteriores, chegam a empolgar. Até mesmo o 3D, que deveria tornar a coisa mais interessante, se mostra mal feito e forçado. Para ver um 3D assim, prefiro ir ao Hopi Hari.

Garanto a você que analiso cada filme baseado na sua proposta. Claro que não analisaria “Amnésia” do mesmo jeito que analiso “Substitutos”, mas a não ser que esse filme tenha como proposta fazer pegar os atores da “Malhação” e fazer um filme de terror trash, foi um tiro no pé. Nota 0. Definitivamente não perca seu tempo com esse filme. Guarde sua poltrona para outras coisas.

Quero saber o que você achou desse filme. Comentem no blog, sigam nosso twitter/apoltrona e mandem email para apoltrona@gmail.com.

Meu nome é Marcel Coringa, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima. Tchau!

→ 4 ComentáriosCategorias: Terror

Crítica: Paper Heart – ‘09

8 08UTC dezembro 08UTC 2009 · 3 Comentários

Uma jornada pelos Estados Unidos em busca da resposta para uma pergunta: “O que é o amor?”

Esse é o ponto de partida de “Paper Heart” (2009), um “documentário híbrido” na palavra de seus próprios criadores, o diretor Nicholas Jasenovec e a atriz/comediante Charlyne Yi (ela, por sinal, uma grata surpresa).

A jovem Charlyne viaja pelos Estados Unidos, interpretando ela mesma, e sai perguntando para todos os tipos de casal o significado de uma palavra que ela diz desconhecer: o “amor”.

O que vemos é uma série de divertidas entrevistas, regadas com o frescor presente em filmes como “Nick & Norah’s Infinite Playlist” e a agradável trilha sonora de “Juno”.

E o que tem em comum “Paper Heart”, “Nick & Norah’s…” e “Juno”? A presença do ator Michael Cera, um dos atuais símbolos de que ser nerd é também ser “cool”.

Ele e Charlyne são os responsáveis pela música do filme, que fica a dica aqui, é um dos pontos altos desta produção.

Sinal verde para a divertida busca da jovem pelo significado do amor. Porém, fica nosso sinal amarelo quando a trama mergulha no relacionamento de Michael e Charlyne (que segundo rumores, teriam namorado na vida real também, apesar da atriz negar o fato).

“Paper Heart” é um filme interessante pelo formato apresentado e por sua leveza, que pode atrair a atenção de qualquer pessoa. Afinal de contas, quem não quer entender o que é o amor?

Não garantimos que você terá a resposta após o filme. Mas, caso tenha sensibilidade pelo assunto, sua curiosidade pelo que há atrás deste enigma universal será bem maior.

Nota 8,0 para este corajoso e simpático documentário.

Comentem no blog, sigam nosso twitter (@apoltrona) e mandem e-mail para apoltrona@gmail.com.

Meu nome é  Luiz Sanches, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima!

→ 3 ComentáriosCategorias: Comédia · Documentário · Drama
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Crítica: Jogos Mortais VI – ‘09 (Áudio)

12 12UTC novembro 12UTC 2009 · 2 Comentários

Jogos-Mortais

Ô da poltrona,

Acompanhe Luiz Sanches e sua crítica ácida para Jogos Mortais VI. Gosta de filme de terror? Bem, nosso crítico não foi muito amigo com mais esta continuação deste famoso título do gênero.

Ouça aqui – Crítica: Jogos Mortais VI

→ 2 ComentáriosCategorias: Suspense · Terror
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Crítica: Moon – ‘09

5 05UTC novembro 05UTC 2009 · Deixe um comentário

Moon

Solidão a dois?

Ô da poltrona,

Aqui é o Marcel Coringa e hoje falarei sobre o surpreendente filme de ficção independente Moon, com estréia prevista para 27 de novembro aqui no Brasil. O filme mostra o astronauta Sam Bell que vive sozinho na lua em uma estação espacial e que tem como principal função colher um combustível abundante na lua e enviar para a terra. Junto com Bell dentro da nave está um robô extremamente inteligente e que tem como função primária cuidar de Bell durante o seu contrato de 3 anos, o qual está prestes a acabar. Feliz por estar perto de reencontrar sua família na terra Sam começa a sentir algumas dores de cabeça e ver ilusões causadas pelo longo tempo de solidão, mas mesmo assim ele continua seu trabalho até que encontra algo muito estranho e que o deixa muito apreensivo. Durante uma das colheitas Sam encontra ele mesmo a beira da morte. Claro que uma história dessa levanta uma pergunta básica: “Esse é um filme de Sci-Fi comum aonde o bem luta contra o mal para salvar a terra?”. Definitivamente não!

O que mais fascina em Moon é exatamente o contrário. Apesar de ser o primeiro longa do diretor Duncan Jones (que também assina o roteiro original), ele mostra muita maturidade cinematográfica ao conduzir com maestria o veterano Sam Rockwell (Os Vigaristas, A Espera de Um Milagre, Homem de Ferro 2) em uma atuação que impressiona pelo simples fato de ser um monólogo a dois com ele mesmo. Por mais louco que isso possa soar, é exatamente o que acontece no filme e não posso deixar de qualificar a atuação de Rockwell com brilhante. Em muitos momentos você vai se pegar com raiva de um ou de outro mesmo sabendo que eles são a mesma pessoa e com certeza vai ficar de queixo caído com as sutilezas da interpretação quando você nota que os dois são exatamente iguais, porém em estados de espírito diferentes. Além de Rockwell o filme também conta com a participação do inexorável Kevin Spacey (Superman – O Retorno, Os Suspeitos, Beleza Americana) como a voz do robô GERTY.

De bobo esse filme não tem nada e digo mais, é um filme para poucos. A fotografia não deixa nada a desejar, mesmo sendo completamente digital e o roteiro é digno de aplausos.

Pela temática complexa e por ser um filme muito denso eu até categorizaria como falso Sci-Fi, mas o que mais importa é que se trata de um filme sobre o ser-humano e consequências de atitudes ambiciosas.

Sem pestanejar dou nota 8,0 para esse papa festivais (10 premiações incluíndo Melhor Ator e Melhor Filme no Festival de Cinema Internacional da Catalunia), e aconselho a todos os verdadeiros amantes da sétima arte que assistam, mas além de uma boa poltrona e um bom balde de pipoca você vai precisar de muita atenção e concentração.

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Meu nome é Marcel Coringa, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima. Tchau!

→ Deixe um ComentárioCategorias: Independente · Sci-Fi
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Crítica: The Damned United – ‘09 (Áudio)

29 29UTC outubro 29UTC 2009 · 1 Comentário

Damned-United

Ô da poltrona!

Gosta de cinema? E de futebol? Luiz Sanches dá uma dica para quem gosta dos dois, com a crítica do filme The Damned United.

Ouça aqui – Crítica: The Damned United

→ 1 ComentárioCategorias: Cine Biografia · Drama

Crítica: Bastardos Inglórios – ‘09 (Áudio)

28 28UTC outubro 28UTC 2009 · 3 Comentários

Bastardos_Inglórios

Olá, o da poltrona,

Marcel Coringa dá sua opinião sobre o mais novo filme do diretor Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios.

Ouça aqui – Crítica: Bastardos Inglórios

→ 3 ComentáriosCategorias: Ação · Comédia · Drama
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