A POLTRONA • Pipocas, Trapaças e Dois Críticos Fumegantes

Crítica: Onde Vivem os Monstros – Where the Wild Things Are – ‘09 (Áudio)

22 22UTC Dezembro 22UTC 2009 · Deixe um comentário

Olá, o da poltrona,

Marcel Coringa dá sua opinião sobre o fantasioso Onde Vivem os Monstros.

Ouça aqui – Crítica: Onde Vivem os Monstros

→ Deixe um ComentárioCategorias: Fantasia · Infantil

Crítica: A Caixa – The Box – ‘09 (Áudio)

22 22UTC Dezembro 22UTC 2009 · Deixe um comentário

Olá, o da poltrona,

Marcel Coringa dá sua opinião sobre o suspense retrô A Caixa.

Ouça aqui – Crítica: A Caixa

→ Deixe um ComentárioCategorias: Suspense · Terror

Crítica: Premonição 4 – The Final Destination 3D – ‘09

20 20UTC Dezembro 20UTC 2009 · 1 Comentário

Prevejo que você perderá seu tempo

Ô da poltrona,

Aqui é o Marcel Coringa e hoje falarei sobre o terror B Premonição 4, originalmente exibido nos Estados Unidos em 3D. É o 4º filme de uma série que teve se auge no primeiro e desde então não passa de um caça níquel. O filme conta a história de um grupo de amigos que vai assistir uma corrida de Stock Car, quando um deles tem uma premonição e salva todos de um grande acidente. Porém a morte não aceita isso a vai atrás de todos com a intenção de correr atrás do tempo perdido.

O filme é dirigido por David R. Ellis, que já havia dirigido os satisfatórios Celular, Serpentes a Bordo e até o segundo filme da franquia. Nesse filme seu trabalho foi simplesmente patético. Com um roteiro fraco, efeitos especiais muito meia boca e um elenco que não contém beleza nem talento, Ellis consegue atingir o sucesso apenas na duração do filme, que tem infinitos 82 min.

Tento procurar pontos altos nesse filme, e garanto que não é tarefa fácil. Os atores são fracos, a direção não trabalhou e nem as mortes, que eram os pontos fortes dos filmes anteriores, chegam a empolgar. Até mesmo o 3D, que deveria tornar a coisa mais interessante, se mostra mal feito e forçado. Para ver um 3D assim, prefiro ir ao Hopi Hari.

Garanto a você que analiso cada filme baseado na sua proposta. Claro que não analisaria “Amnésia” do mesmo jeito que analiso “Substitutos”, mas a não ser que esse filme tenha como proposta fazer pegar os atores da “Malhação” e fazer um filme de terror trash, foi um tiro no pé. Nota 0. Definitivamente não perca seu tempo com esse filme. Guarde sua poltrona para outras coisas.

Quero saber o que você achou desse filme. Comentem no blog, sigam nosso twitter/apoltrona e mandem email para apoltrona@gmail.com.

Meu nome é Marcel Coringa, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima. Tchau!

→ 1 ComentárioCategorias: Terror

Crítica: Paper Heart – ‘09

8 08UTC Dezembro 08UTC 2009 · 2 Comentários

Uma jornada pelos Estados Unidos em busca da resposta para uma pergunta: “O que é o amor?”

Esse é o ponto de partida de “Paper Heart” (2009), um “documentário híbrido” na palavra de seus próprios criadores, o diretor Nicholas Jasenovec e a atriz/comediante Charlyne Yi (ela, por sinal, uma grata surpresa).

A jovem Charlyne viaja pelos Estados Unidos, interpretando ela mesma, e sai perguntando para todos os tipos de casal o significado de uma palavra que ela diz desconhecer: o “amor”.

O que vemos é uma série de divertidas entrevistas, regadas com o frescor presente em filmes como “Nick & Norah’s Infinite Playlist” e a agradável trilha sonora de “Juno”.

E o que tem em comum “Paper Heart”, “Nick & Norah’s…” e “Juno”? A presença do ator Michael Cera, um dos atuais símbolos de que ser nerd é também ser “cool”.

Ele e Charlyne são os responsáveis pela música do filme, que fica a dica aqui, é um dos pontos altos desta produção.

Sinal verde para a divertida busca da jovem pelo significado do amor. Porém, fica nosso sinal amarelo quando a trama mergulha no relacionamento de Michael e Charlyne (que segundo rumores, teriam namorado na vida real também, apesar da atriz negar o fato).

“Paper Heart” é um filme interessante pelo formato apresentado e por sua leveza, que pode atrair a atenção de qualquer pessoa. Afinal de contas, quem não quer entender o que é o amor?

Não garantimos que você terá a resposta após o filme. Mas, caso tenha sensibilidade pelo assunto, sua curiosidade pelo que há atrás deste enigma universal será bem maior.

Nota 8,0 para este corajoso e simpático documentário.

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Meu nome é  Luiz Sanches, esse é o Blog A Poltrona e até a próxima!

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Crítica: Jogos Mortais VI – ‘09 (Áudio)

12 12UTC Novembro 12UTC 2009 · 2 Comentários

Jogos-Mortais

Ô da poltrona,

Acompanhe Luiz Sanches e sua crítica ácida para Jogos Mortais VI. Gosta de filme de terror? Bem, nosso crítico não foi muito amigo com mais esta continuação deste famoso título do gênero.

Ouça aqui – Crítica: Jogos Mortais VI

→ 2 ComentáriosCategorias: Suspense · Terror
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Crítica: Moon – ‘09

5 05UTC Novembro 05UTC 2009 · Deixe um comentário

Moon

Solidão a dois?

Ô da poltrona,

Aqui é o Marcel Coringa e hoje falarei sobre o surpreendente filme de ficção independente Moon, com estréia prevista para 27 de novembro aqui no Brasil. O filme mostra o astronauta Sam Bell que vive sozinho na lua em uma estação espacial e que tem como principal função colher um combustível abundante na lua e enviar para a terra. Junto com Bell dentro da nave está um robô extremamente inteligente e que tem como função primária cuidar de Bell durante o seu contrato de 3 anos, o qual está prestes a acabar. Feliz por estar perto de reencontrar sua família na terra Sam começa a sentir algumas dores de cabeça e ver ilusões causadas pelo longo tempo de solidão, mas mesmo assim ele continua seu trabalho até que encontra algo muito estranho e que o deixa muito apreensivo. Durante uma das colheitas Sam encontra ele mesmo a beira da morte. Claro que uma história dessa levanta uma pergunta básica: “Esse é um filme de Sci-Fi comum aonde o bem luta contra o mal para salvar a terra?”. Definitivamente não!

O que mais fascina em Moon é exatamente o contrário. Apesar de ser o primeiro longa do diretor Duncan Jones (que também assina o roteiro original), ele mostra muita maturidade cinematográfica ao conduzir com maestria o veterano Sam Rockwell (Os Vigaristas, A Espera de Um Milagre, Homem de Ferro 2) em uma atuação que impressiona pelo simples fato de ser um monólogo a dois com ele mesmo. Por mais louco que isso possa soar, é exatamente o que acontece no filme e não posso deixar de qualificar a atuação de Rockwell com brilhante. Em muitos momentos você vai se pegar com raiva de um ou de outro mesmo sabendo que eles são a mesma pessoa e com certeza vai ficar de queixo caído com as sutilezas da interpretação quando você nota que os dois são exatamente iguais, porém em estados de espírito diferentes. Além de Rockwell o filme também conta com a participação do inexorável Kevin Spacey (Superman – O Retorno, Os Suspeitos, Beleza Americana) como a voz do robô GERTY.

De bobo esse filme não tem nada e digo mais, é um filme para poucos. A fotografia não deixa nada a desejar, mesmo sendo completamente digital e o roteiro é digno de aplausos.

Pela temática complexa e por ser um filme muito denso eu até categorizaria como falso Sci-Fi, mas o que mais importa é que se trata de um filme sobre o ser-humano e consequências de atitudes ambiciosas.

Sem pestanejar dou nota 8,0 para esse papa festivais (10 premiações incluíndo Melhor Ator e Melhor Filme no Festival de Cinema Internacional da Catalunia), e aconselho a todos os verdadeiros amantes da sétima arte que assistam, mas além de uma boa poltrona e um bom balde de pipoca você vai precisar de muita atenção e concentração.

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Crítica: The Damned United – ‘09 (Áudio)

29 29UTC Outubro 29UTC 2009 · 1 Comentário

Damned-United

Ô da poltrona!

Gosta de cinema? E de futebol? Luiz Sanches dá uma dica para quem gosta dos dois, com a crítica do filme The Damned United.

Ouça aqui – Crítica: The Damned United

→ 1 ComentárioCategorias: Cine Biografia · Drama

Crítica: Bastardos Inglórios – ‘09 (Áudio)

28 28UTC Outubro 28UTC 2009 · 2 Comentários

Bastardos_Inglórios

Olá, o da poltrona,

Marcel Coringa dá sua opinião sobre o mais novo filme do diretor Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios.

Ouça aqui – Crítica: Bastardos Inglórios

→ 2 ComentáriosCategorias: Ação · Comédia · Drama
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Crítica: Looking For Eric – ´09

27 27UTC Outubro 27UTC 2009 · Deixe um comentário

Eric

Um jogador de futebol na seção de auto-ajuda

Conhece futebol? Pouco? Para começar falando de “Looking For Eric” (2009) vale uma comparação para você não ficar perdido.

O filme é baseado na história de um carteiro inglês que tem como ídolo o francês Eric Cantona, jogador de futebol conhecido tanto pelo seu talento, como pelo forte temperamento (Cantona chegou a agredir um torcedor na arquibancada, durante uma partida, o que lhe valeu uma suspensão de 9 meses).

Então, podemos comparar Cantona facilmente com jogadores brasileiros conhecidos por polêmicas extra-campo, como Romário e Edmundo.

Você conseguiria imaginar esses jogadores como conselheiros de alguém em apuros e com problemas que apenas um psicólogo poderia ajudar?

Esta é a premissa de “Looking For Eric”. O carteiro Eric Bishop (vivido por Steve Evets) tem problemas com mulheres (saiu de dois casamentos sem sucesso), dificuldade em lidar com os filhos e falta de perspectivas, em plena meia idade.

Os amigos tentam ajudá-lo, mas o fanático torcedor do clube Manchester United só consegue dar ouvidos a uma pessoa: Eric Cantona, eterno ídolo de seu clube de coração.

E é a partir de uma relação imaginária com o ex-jogador, que Eric Bishop consegue enfrentar seu passado e exorcizar seus demônios. Tudo graças as palavras enigmáticas e sábias, do antes estourado e agora calmo e experiente Cantona.

O jogador consegue interpretar a si próprio com segurança e faz um trabalho para ser lembrado. Sem excessos e com bom humor e ironia, na medida certa.

Resumindo, “Looking For Eric” não é um filme sobre futebol. Não é um filme sobre um jogador.

Este é um filme sobre o valor da amizade e que mostra a todos, como nunca é tarde para recomeçar a vida.

Falar mais sobre o filme, seria um crime. Nota 8,0 para este belo drama, que merece ser assistido, como diria Marcel Coringa, com um belo balde de pipoca ao lado.

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Crítica: Religulous – ‘08

26 26UTC Outubro 26UTC 2009 · 1 Comentário

religulous

Olá, o da poltrona,

Aqui é o Marcel Coringa e hoje falarei um pouco sobre o documentário Religulous que já chegou as locadoras em DVD. O documentário acompanha o comediante de Stand-up americano Bill Maher, que é famoso por seus shows com temas religiosos e é ateu, enquanto ele conversa com representantes de várias religões do mundo questionando a existência de Deus.
Dirigido por Larry Charles, que é o responsável por Borat e Bruno, o documentário tem um ritmo que lembra muito suas obras anteriores, mas sem deixar de ter um brilho próprio.
As 2 horas de duração passam voando pois Bill, que também assina o roteiro, não poupa esforços para colocar os entrevistados em saias justas com suas tiradas rápidas e oportunas, chegando até a deixar um entrevistado sem resposta quando compara Papai Noel a Deus. Bill também se coloca em momentos de aperto,  já que sem medo de ser feliz é expulso do Vaticano ao tentar entrevistar o Papa e chega até a ser ameaçado por Mormons em outro momento. Passando por apertos ou não, o protagonista levanta uma série de dúvidas pertinentes e nos emerge no mundo das crenças, da dúvida e da fixação incondicional pela fé.
De pequenas igrejas no interior dos EUA até radicais em Israel, este comediante passa por tudo e por todos com apenas uma intenção, ser a voz da dúvida. Sendo uma pessoa religiosa ou não, assista este documentário e garanto que no mínimo Bill Maher consegue te colocar pra pensar e te dá muito assunto para debates com os amigos.
Por também acreditar em tudo que Bill acredita e pela qualidade elevada deste documentário, minha nota não pode ser menor  do que 9,0 por isso passe na sua locadora, pegue um bom balde de pipoca e pode curtir na sua poltrona favorita que é diversão garantida com um bom toque cultural.

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